Proibir ou participar? A internet pode sim, ser uma aliada na educação dos filhos.

A nossa tendência, como pais e mães, ao desequilíbrio quando se trata da educação dos filhos é assustadora. É comum que na posição de educadores e com a responsabilidade que temos de proporcionar aos nossos filhos experiências saudáveis, incorramos no erro de imprimir neles posturas que jamais conseguimos ter enquanto filhos.

A internet pode ser uma aliada na educação dos filhos

Há muita coisa com as quais só conseguimos lidar de forma mais ou menos correta depois de muita experiência, portanto exigir que os filhos compreendam e tenham discernimento sobre certas coisas já na infância é, no mínimo, ingenuidade.

Sim, existem exageros para os dois lados. E é por isso que chamamos de desequilíbrio. Enquanto alguns pais proíbem terminantemente o uso de qualquer dispositivo eletrônico e evitam ao máximo que as crianças conectem-se à internet na intenção de evitar interações nocivas, outros pais aproveitam e fazem deste artifício a babá digital perfeita.

Manter-se em uma posição equilibrada é algo extremamente difícil e desconheço pais que possam ser considerados realmente equilibrados. E nos incluo nisso, embora eu acredite que seja a coisa certa a ser feita, não é algo que conseguimos cumprir cabalmente com nossos filhos.

A internet é um universo aberto que pode ser utilizado de forma muito saudável e muito mais importante que monitorar o que os filhos fazem ou proibi-los de ter acesso é acompanhar, participar, estar junto e fazer desse desse um momento de aprendizado e troca de experiências.

A participação dos pais nas atividades dos filhos, sejam elas lúdicas ou apenas um passatempo na internet, é imensurável, pois além de proporcionar uma aproximação real com os pequenos, desperta neles a confiança e a segurança de ter nos pais uma figura amiga.

Participação dos pais nas brincadeiras dos filhos

Aqui em casa gostamos de brincar longas horas os quatro juntos, de criar coisas, de deixar livres a imaginação e a criatividade, mas também não nos privamos de usar a tecnologia que temos a disposição. E na medida possível buscamos fazer isso juntos, sem proibir os filhos e sem deixá-los desassistidos.

Um site que as crianças aprenderam a gostar e que acabamos nos divertindo muito juntos é o http://jogosonlinegratis.uol.com.br. Há uma infinidade de opções, passatempos, jogos educativos, desenvolvimento de habilidades motoras, jogos que ajudam a desenvolver o raciocínio e muitos outros.

Mas mais importante que as atividades que são feitas é o tempo que investimos ao lado deles, podendo acompanhar de perto o seu desenvolvimento e criando memórias que os acompanharão por toda a vida.

* Este foi um post patrocinado

Qual o valor da felicidade? Quanto tempo ela dura? Onde ela está?

É bastante complexo esperar de um filho com menos de 10 anos uma compreensão sobre a vida e sobre esse consumismo desenfreado que nos devora dia após dia, sendo que demoramos no mínimo mais de três décadas pra começar a refletir seriamente sobre o assunto. E sendo ainda que há uma quantidade enorme de nós que finda sua vida sem sequer demonstrar algum interesse em compreender isso.

Quanto tempo dura a felicidade

É correto dizer que as crianças são mais simples, precisam de menos e por consequência são menos propensas ao consumo. Mas é correto também dizer que há um sistema programado para nos corromper brutalmente já nos primeiros anos de vida por meio da mídia, seja através de anúncios explícitos ou velados, fazendo-nos acreditar que realmente nossa vida depende de brinquedos, tecnologias, marcas, datas especiais e tantas outras coisas fúteis.

As bases mais reais para nossa felicidade normalmente não tem nenhum valor monetário. Não é correto fundamentarmos nossa busca por felicidade em coisas externas, seja em pessoas, em posições sociais, em eventos ou até mesmo em algum tipo de reconhecimento.

Penso que quando condicionamos a felicidade ao atingimento de certos objetivos, corremos o sério risco de termos em nossas mãos uma felicidade de pouquíssima duração, a qual normalmente dura o tempo de encontrarmos algum outro objetivo.

Se eu conseguir “isso” serei feliz, mas quando conseguimos “isso” vemos que tem mais aquilo e depois vem aquilo e aquilo e o ciclo nunca acaba.

E é uma responsabilidade nossa ensinar isso aos nossos filhos, mas filhos não são animais de estimação que podem ser adestrados e será muito frustrante para ambos os lados se houver tentativas forçadas.

Mais que orientadores, sejamos exemplos vivos daquilo que gostaríamos de ver em outras pessoas, ainda mais quando essas outras pessoas forem nossos próprios filhos. Pois com muita sabedoria Oscar Wilde disse que “nada do que realmente vale a pena aprender, pode ser ensinado”.

Cresça bem devagar, não tenha pressa…

Se por um lado desejamos que os filhos não cresçam rápido demais para que tenhamos eles sempre por perto, sob nossa égide. Por outro lado há o desejo de vê-los crescidos de uma vez, independentes, fortes e prontos para o mundo. Vá entender esses pais…

Naturalmente, os pais, em muitos momentos, já tem a incrível habilidade de sentirem-se fracos e impotentes diante de algumas situações corriqueiras. Situações que aos olhos de quem assiste parecem ridículas e, confesso, talvez até sejam. Mas na posição de pais temos o direito pleno de sermos ridículos e agirmos como trouxas. E certamente sentimentos que fazem cisões profundas no coração hoje, no futuro não terão efeito algum. Quem tem um filho que já cresceu e passou por certas fases já sabe disso, muito embora esqueça e passe por tudo de novo como se nunca tivesse vivenciado aquilo.

Estou dando muitas voltas para simplesmente dizer o quanto é dolorido o ato de apenas deixar um filho de três anos na escola quando este filho não está disposto a ficar lá, quando chora porque quer ficar em casa com a mãe, quando mesmo tentando se mostrar forte e indiferente você percebe a tensão que vem daquele pequeno corpinho.

Sim, esse é um processo natural, passageiro e não é necessário nenhuma explicação profissional pedagógica pra resolver o problema. O tempo irá resolver isso de forma quase imperceptível, o problema é que se os pais tem a incrível habilidade de sentirem-se fracos e impotentes, há alguns educadores que tem a incrível habilidade de potencializar esse sentimento.

Não cresçam rápido demais

A tarefa de criá-los fortes, independentes e capazes de encarar o mundo que existe além das seguras paredes da nossa casa, algumas vezes, revela nuances quase inadmissíveis de uma certa fraqueza.

ensinar aos filhosFilhos crescem, isso é fato. E sei que o processo de crescimento é excitante, pois descobrem coisas novas todos os dias e muitas de suas descobertas acontecem longe de nossos olhos, fora do nosso controle e, ainda que gradativamente, vão escolhendo o assento que mais lhes agrada nos vagões da vida.

Sinto que há tanto para ensinar ainda e já não querem mais aprender com os pais, descobrem diariamente outras fontes de conhecimento e aquilo que temos para oferecer começa ser insuficiente.

Sim, é motivo de alegria que estejam buscando sua própria forma de pensar, que se definam por si próprios e que queiram trilhar seus próprios caminhos, mas é inegável que existe algo que pressiona fortemente o peito quando percebemos que rompantes de independência surgem frequentemente, desde o simples fato de passar a dormir em seus próprios quartos até o momento em que decidem deixar a casa, a cidade ou até mesmo o país.

Portanto filhos, sejam pacientes, pois assim como vocês, também estamos aprendendo a assimilar estas mudanças e sabemos que logo teremos que levantar destes nossos confortáveis assentos e tomar outros lugares que nos permitam novas experiências durante nossa viagem nesses vagões da vida.

Certamente chegará o dia em que vocês não caberão mais em nossos velhos e ultrapassados conceitos, mas estou certo que sempre caberão em nossos abraços.filhos crecendo

Os filhos e aqueles velhos moldes

Existem muitas coisas que achamos que já sabemos sobre a educação de nossos filhos, mas que precisamos muito aprender e algumas vezes são eles mesmos que nos ensinam.

Definitivamente, filhos não são uma extensão daquilo que nós somos ou, pior ainda, daquilo que gostaríamos de ter sido.

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Se você tentar colocá-lo em um molde incompatível, irá causar injúrias e ele não vai funcionar direito. Esteja certo que ele vai fazer o possível pra se encaixar, mas não será feliz e sairá machucado, com uma terrível sensação de impotência e incapacidade.

Nós, pais, não somos o único apoio dos filhos, mas fomos o primeiro apoio e somos aquele que nunca lhes faltará, por isso é importante que se sintam seguros conosco, não pela insegurança gerada por uma superproteção, mas pela confiança conquistada, muitas vezes por um simples momento de silêncio, e que não se mede em palavras.

Não seja negligente, mas não se preocupe excessivamente se ele demorar pra aprender a escrever, se ele não souber fazer contas de cabeça, se não for melhor aluno da sala ou se não lembrar quem descobriu o Brasil.

Mas preocupe-se, e muito, se seu filho for mal educado com a professora, preocupe-se se eu filho for arrogante com os colegas, preocupe-se se ele trapacear e quiser tirar vantagem dos outros, preocupe-se se ele não souber respeitar as pessoas, incluindo você.

E aos meus filhos eu deixo um pequeno recado, já dito em outro texto: Não eduquem seus filhos como nós os educamos, façam melhor. Mas não esqueçam de observá-los e de observar a si mesmos, pois somos todos essencialmente únicos.

O que você vai ser quando crescer?

Não, eu não estou me referindo a sua profissão, se tratando de profissão eu, sinceramente, espero apenas que você faça a escolha certa e que seja muito feliz com sua escolha. Espero que faça com amor aquilo que decidir fazer. Esta pergunta se refere a que tipo de pessoa você vai ser, qual será o seu caráter, qual será o seu comportamento enquanto ser humano diante das mais diversas situações boas e ruins que, inevitavelmente, te ocorrerão.

Isso sim me importa muito.

O que você vai ser quando crescer  O que você vai ser quando crescer

Gostaria muito de deixar pra você um mundo melhor do que este que conhecemos, um mundo livre de guerras, de agressões, de falsidades, com mais tolerância e compreensão. Mas sei que que isso não é possível, sei que o mundo deve ser mudado de dentro pra fora, e entendendo isso quero deixar pra você formas de fazer com que você mesmo mude seu mundo, mude o seu mundo com a sua honestidade, com seu sorriso, com sua tolerância e com sua capacidade de compreender o ponto de vista diferentes do seu.

Quero deixar pra você mais que uma casa bonita, quero deixar a vontade de constituir e respeitar uma família.

Quero deixar muito mais que comida na mesa, quero deixar a disposição para provar e descobrir novos sabores.

O que você vai ser quando crescer

Quero poder deixar mais que cobertas e agasalhos que te protegerão do frio, quero te deixar a sensibilidade pra entender o valor do calor humano.

Quero deixar muito mais que sorrisos, quero deixar a alegria de viver e a satisfação em levar alegria por todos os lugares por onde passar.

O que você vai ser quando crescer

Quero deixar mais que lembranças, quero deixar o anseio de viver novas experiências a cada dia.

Enfim, quero deixar pra você muito mais que a habilidade de localizar-se, quero deixar pra você o ímpeto de descobrir e trilhar seu próprio caminho.

Não era bem o que eu queria ouvir

inventareA relação pai e filha que tenho com a Natália jamais foi ruim, sempre fomos próximos e ela é muito carinhosa, mas eu posso dizer que tem melhorado mais a cada dia que passa.

O humor dela não é, digamos assim, muito estável e por conta de episódios de um humor azedo que regularmente se apossa dessa pequena personalidade passamos a nos referir a ela, de forma carinhosa, como Natália limão. Embora eu prefira chamá-la de mousse de limão, pois ao mesmo tempo ela muito tão doce e equilibra o azedo do humor.

Há algum tempo, quando ela era ainda mais novinha, nossa relação era bem mais singela e eu sempre me resignei, mas sempre tentando aumentar a proximidade com ela e o investimento de tempo, amor e carinho sem intenção de retorno valeu muito a pena e tenho certeza que continuará valendo sempre.

E pais, não percam o crescimento e o desenvolvimento dos seus filhos, faça isso por eles e faça isso por você mesmo. Muito embora algumas vezes algumas reações inesperadas possam dizer o contrário, tenha certeza que cada filho nutre por seu pai uma admiração incomensurável.

Outro dia em uma de nossas brincadeiras eu disse a ela “Filha, eu te amo” e ela com toda sua delicadeza olhou pra mim e disse “A minha mãe também me ama”. Definitivamente não era bem o que eu queria ouvir, mas me deixou igualmente feliz.

O que você vai fazer com o tempo de vida que te resta?

Esta talvez não seja a forma mais adequada para trazer uma notícia tão impactante, mas achei que seria interessante, pois eu, embora não tenha levado isso com muita seriedade, sempre acreditei que todos devemos estar preparados pra morrer.

O que você vai fazer com o tempo de vida que te resta?

Estar preparado pra morrer implica em saber usar bem o tempo de vida, implica em respeitar as pessoas ao seu redor, dar atenção e carinho aos filhos e à esposa como se não fosse acordar no dia seguinte. Não guardar rancor, saber se colocar no lugar do outro, conseguir perdoar e, sobretudo, reconhecer a culpa. Implica em não deixar pra amanhã o que você tem condições de fazer hoje, ter o coração tranquilo, ser amável com amigos, familiares e com quem mais encontrar pela rua, buscar uma conduta reta e não sobrepujar ninguém.

Hoje me vejo nessa triste situação constatada e com tantos projetos inacabados, arrependido por não ter aproveitado melhor o tempo que tive, por ter adiado tanta coisa, por ter perdido tempo com coisas inúteis, por ter me preocupado tanto por tão pouco. Eu poderia ter tratado melhor as pessoas, deveria ter refletido mais antes de alguma ações impensadas, deveria ter me calado na hora certa, deveria ter falado no momento adequado. Mas o que passou não tem mais como consertar e preciso me concentrar no tempo que virá e seguir com retidão daqui até o final.

Não sou alguém que se preocupe muito com a saúde, que vá ao médico por qualquer tipo de sintoma, sempre achei que estivesse muito bem de saúde e não percebi o tempo passando e as pequenas falhas que essa incrível máquina humana apresenta com o passar dos dias.

Sempre vi esse horizonte de uma distância considerável e nem mesmo quando alguém próximo partiu eu consegui ter a noção correta do que seria perder a vida e deixar pra trás tanta coisa importante. Mas em algum momento é necessário acordar de toda essa ilusão e ver que o tempo é inexorável e não vai parar pra que você possa consertar coisas erradas que você fez, não haverá um tempo extra pra terminar aquele projeto que você tanto sonha e fica adiando, talvez não haja condições de procurar as pessoas pra dizer a elas o quanto foram importantes, pode ser que aquela brincadeira que o filho quis fazer e você adiou não possa mais ser feita, pode ser que aquele abraço não possa mais ser dado, pode não restar mais tempo para palavras que fariam tão bem pra alguém e que ainda não foram ditas e eu sinto muito pelo fato de ter parado pra pensar nisso somente agora.

O diagnóstico é cruel e eu sei que não tem retorno, é irremediável e o melhor que se há a fazer é aceitar e fazer de agora em diante tudo que estiver ao meu alcance pra recuperar o tempo que perdi com coisa pequenas e fazer valer o tempo de vida que me resta com ações que façam diferença na vida das pessoas e na minha vida também.

O fato é que descobri essa semana que não tenho mais muito tempo de vida, de repente eu vi aquele horizonte longínquo se aproximar rapidamente e aqui estou eu diante de algo que desconhecia e que causa um grande e horrível medo, a morte. Mas decidi que irei encarar essa situação com naturalidade e viver verdadeiramente cada segundo que me resta, pois muito embora exista um tempo já predefinido, isso pode vir a acontecer antes do previsto e não gostaria de ser pego de surpresa mais uma vez.

Estou com meu tempo de vida contado e por isso resolvi fazer essa publicação, pois acho que cada pessoa deveria pensar nisso e viver intensamente e estar preparado pra morrer todos os dias, sem a sensação de haver deixado algo por fazer.

De acordo com a estimativa de vida oficial para os brasileiros eu tenho apenas mais uns 35 anos de vida, pode ser que eu ultrapasse esse prazo, mas pode ser que esse tempo seja encurtado repentinamente e eu vou fazer de tudo pra utilizar bem esse tempo de vida que me resta.

E você, o que vai fazer com o tempo de vida que te resta?

Chove lá fora e aqui…

Aqui pelas bandas do sul do país a chuva não dá trégua. Chove tanto que não se faz mais precisão do tempo, agora se faz previsão de chuva para saber se vai chover muito ou pouco, mas para um dia de sol não há previsão. Brincadeira para dia com chuva

E enquanto isso as opções de distração vão acabando e a paciência dos pequenos vai indo junto. E aí vem o maior desafio, pois como é que podemos envolvê-las de alguma forma para aproveitar bem o tempo, criando momentos agradáveis pra todo mundo sem precisar gastar dinheiro e ainda administrando o tempo limitadíssimo entre uma tarefa aqui e um projeto ali.

Hoje quando o tédio deu sinal que ia se instalar por aqui, ligeiramente pegamos uma folha de papel, um lápis e duas crianças que não aguentavam mais ficar presos dentro de casa e abrimos a porta para a diversão com uma brincadeira muito simples.

É uma brincadeira antiga e muito conhecida, basta marcar pontos na folha usando o lápis formando um grande quadrado e cada um joga uma vez ligando os pontos e cada vez que alguém fecha um quadrado marca sua inicial dentro dele, no final é só contar quantos quadrados cada um tem e comemorar a vitória.

Brincadeira para dia com chuva

Neste caso o vencedor foi o Bernardo e olha que eu não facilitei. ;)

Tatuagem sensorial

Tatuagem sensorial é aquela atividade bacana, divertida e fácil, feita exclusivamente para aqueles dias que sua pilha já está no fim e seus filhos ainda estão com a corda toda! E para brincar disso você só vai precisar de uma caneta e pezinhos fofos.

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Minha mãe já brincava disso comigo e hoje em dia eu vejo como uma brincadeira coringa para momentos de distração para acalmar os ânimos. E o melhor, sem sair do sofá.

Por aqui a gente brinca de fazer um desenho em baixo do pé, e a pessoa tem que descobrir o que é. Isso rende muitas risadas, pois causa cócegas. E rende boas tiradas, pois a criatividade das crianças é incrível.

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E você pode incrementar o jogo. Se seu filho já está em fase de alfabetização, você pode fazer letras, por exemplo. Ou ir dando dicas do desenho. Dá para inventar muita coisa a partir de um jogo tão simples como esse.

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Normalmente a gente acumula tantas atividades que ao final do dia é muito comum não ter mais disposição para brincadeiras que envolvam bagunça, sujeira e afins. Mas os filhos estão ali, pedindo atenção e cheios de curiosidade para aprender. Uma brincadeira como essa pode ser uma fuga interessante para os conhecidos tablets e celulares. Além de criar memórias gostosas de carinho e atenção.

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