Uma carta para Ana Laura

Querida Ana,

Eu sempre te esperei, não sabia seu nome, nem sabia de quem você seria filha, mas esperei muito para ser sua madrinha. Hoje pensando, sua mãe e eu, em nossas práticas culinárias, tardes de café, confidências e ideais trocados, sempre agimos como verdadeiras comadres, e você veio para selar essa relação.

Ontem a tarde, enquanto eu fotografava os detalhes de seus primeiros dias e aproveitava para te conhecer direitinho, sua mãe me falou para não ficar te acostumando mal com presentes. Eu sempre vou respeitar sua mãe. Mas nunca vou deixar de mimar você. Na casa da madrinha sempre vai ter bolo quentinho e biscoito para assarmos todos juntos, você vai conviver com Bernardo e Natália e tenho certeza que vamos nos divertir muito por aqui. Sua mãe e seu pai não precisam se preocupar, seu padrinho e eu sempre vamos demonstrar nosso amor para você em forma de carinho e presença.

Que a sua saúde seja plena. Que você cante tão bem quanto sua mãe. Que você puxe toda a alegria de seu pai. Que você possa um dia compreender o tamanho da sorte que tem por ter nascido no lar onde nasceu. Que nós sempre possamos ser bons exemplos para você. E que o tempo, as mudanças e os caminhos da vida nunca permitam que a gente se distancie.

E Ana, um sorriso como esse abre todas as portas desse mundo. Deus te abençoe!

Um grande beijo de sua madrinha Diana.

Musicalização para bebês

Um dos maiores estímulos que atingem um bebê é o musical. Instintivamente a gente canta para os bebês, sejam músicas cantaroladas para dormir, seja aquela bossa nova que não sai da cabeça e ajuda a embalar as tardes ou seja aquela música infantil repetitiva e cheia de rima que eles tanto adoram. Está mais do que comprovado que a música auxilia no desenvolvimento de diversas habilidades, como a auditiva, a cognitiva, linguagem, memória, atenção, motora, criativa e inúmeras outras competências ligadas as melodias e letras do dia a dia.

E hoje se fala muito sobre a aula de musicalização para bebês. Existem escolas e especialistas prontinhos para dar ao seu filho tudo que ele precisa para desenvolver suas habilidades musicais.

Mas se você assim como eu não tem tempo, não acredita em um horário fixo para bebês, não tem uma escola como essa por perto ou simplesmente não tem como colocar mais uma aula extra na economia familiar, é simples: Musicalização para bebês DIY.

Por aqui sempre que tenho oportunidade apresento um instrumentos diferente para meu bebê e permito que ela explore, veja como funciona em suas mãos, nas mãos do irmão (aprender que todo mundo tem sua vez) e nas minhas ou do pai, pois ela também adora observar o instrumento funcionando.

Procuro apresentar os mais variados estilos musicais, de diferentes países, idiomas, ritmos, instrumentos, regras e culturas.

Cantamos juntos músicas que explorem rimas e repetições, estimulo a tocar no pé ou bater palmas conforme a música, danço com ela no colo e danço para ela ver, tudo acompanhada de Bernardo que faz ela gargalhar simplesmente por existir.

Faço de instrumentos pequenas coisas do dia a dia como potes da cozinha ou o simples batucar na mesa, aliados a uma música já conhecida, como uma forma de estimular a improvisação, o inusitado e a criatividade.

Fico cantarolando as músicas sem palavras, mas ainda imitando os gestos, dessa forma estimulando a memória e o raciocínio.

Respeito o seu tempo e seu limite. Na grande maioria das vezes uma brincadeira não demanda 30 minutos de atenção por parte de um bebê.

Lembrando que não existe uma aula, um estímulo, livro ou o que for que substitua a nossa presença e cuidado com o bebê. Não adianta ter uma biblioteca de dar inveja em qualquer outra mãe, ter um repertório musical digno da FM mais próxima, dar tintas, massinhas caseiras ou o que for que o mercado oferecer de lindo e super necessário, se você não estiver presente para cantar, contar, ouvir, pintar e se deliciar com as pequenas descobertas.

Faça você mesmo a educação de seus filhos. O maior investimento é de tempo e o retorno é imensurável!

Quando um primo dorme em casa…

Eu lembro tanto das noites que dormia com meus primos. Aquela sensação de quase acampamento, o sono que não vinha nunca, os pais dizendo a cada cinco minutos que era hora de dormir. Risos… que nada, gargalhadas! Era uma sensação de sei lá, estar fazendo algo super radical, atrevido, interessante e engraçado. Bons tempos.

Agora chegou a minha vez de ser a mãe que manda dormir. Eu faço meu papel direitinho, ao mesmo tempo que também dou minhas risadinhas por saber exatamente o que está rolando do outro lado. Ser pai e mãe é muito engraçado, e isso é uma das graças é viver o outro lado do sistema (isso também é uma das coisas que menos tem graça… hehe)

Pois esse fim de semana que passou tivemos aqui em casa uma ilustre convidada. Dormiu com a gente minha prima de segundo grau, e prima fake do Bernardo, Érika.

Fizemos várias coisas juntos. Almoço diferente. Um bolo de chocolate que nos acompanhou até um picnic no parque que rendeu muitas risadas, respingadas de água e fotos lindas. Brincadeiras indoor, e a confecção da arte surpresa do mês.

Érika acompanhava as aventuras do Bernardo na confecção e brincadeira da caixinha pelo blog e ficou muito feliz quando pode desfrutar junto com a gente a diversão. Abrimos a caixinha de tema safari e logo os dois já começaram a dividir os animais. Cada um ganhou dois para colorir e decorar. Legal também poder observar a diferença entre o que os dois pensam em idades diferente, Érika fez de tudo para que seus animais ficassem o mais reais, enquanto Bernardo pintou um lado real e outro como a imaginação mandou – tipo, um elefante colorido!

Ter alguém junto com Bernardo diminuiu a necessidade de minha presença, e como a brincadeira vem toda prontinha para ser feita, com todos os materiais necessários e com o passo a passo, dessa vez eu pude ficar mais na retaguarda, fotografando e observando o quanto essas crianças crescem rápido!

Uma vez fiquei preocupada que essa assinatura ficasse monótona, mas agora que já recebo a alguns meses posso dizer que não. Cada vez que ela chega além de gerar a expectativa da surpresa ainda encontra a criança em uma situação diferente. Já tivemos caixinha em dia de febre que deixou o dia muito mais feliz, já tivemos caixinha em dia de tédio que animou a tarde, já tivemos caixinha em dia que irmãzinha recebeu presente que salvou a mãe de maiores tristezas de filho mais velho e já tivemos caixinha em dia de primo em casa que deixou a brincadeira bem mais interessante!

Para conhecer a proposta e fazer uma assinatura acesse agora o site da Arte surpresa!

* Esse post foi patrocinado pela empresa em questão.

 

Concurso cultural o bom da infância

***********************CONCURSO ENCERRADO*******************************

Uma das melhores coisas desse mundo da blogosfera é o carinho que a gente acaba recebendo dos leitores que passam por aqui. Tem gente que vem todos os dias, conhece nossa história e nossa forma de nos comunicar por esse canal. Tem gente que passa rapidinho, em busca de um tutorial ou uma dica. E cada dia que passa nosso blog vem crescendo, aumentamos o número de leitores, e isso também é uma forma de medir que estamos no caminho certo.

E para comemorar e agradecer vocês pelo carinho, mensagens, recados, e-mails, comentários, curtidas e compartilhamentos, preparei um concurso cultural bem especial!

Em parceria com a empresa Tulipa Baby, vou premiar uma foto (vocês sabem como fotografia é importante para mim) que retrate um dos lados bons da infância. Vale foto de bebê brincando, comendo, ganhando colo, mamando, de criança correndo, nadando, sendo feliz, qualquer coisa que demonstre um lado bom da infância. Sejam criativos!

O prêmio:

O prêmio é esse tapete ilustrado.

“O tapete é fabricado no mais alto padrão de qualidade, com material atóxico e amigável ao meio ambiente. Possui superfície antiderrapante, múltiplas camadas de espuma que fornecem excelente amortecimento nas quedas e tombos. Sua embalagem é uma malinha que possibilita um transporte fácil e não ocupa espaço.Material: atóxico e antiderrapante
Tamanho 1,70 x 1,90
Embalagem: maleta
Temas: Cidade e Oceano”
Escolhi esse tapete para presentear um de vocês porque simplesmente amei. Achei prático para quem tem bebê, ele pode ser carregado junto para deixar o bebê brincando a vontade no chão. Além de ser um brinquedo que estimula a imaginação de uma criança mais velha. É bonito e ainda protege as crianças (de quedas, friagem, sujeira em chão desconhecido). E dupla face, de um lado ele é cidade e do outro oceano.


Participação:

- Para participar basta enviar uma foto que demonstre um lado bom da infância para o e-mail dianademarchi@gmail.com até domingo dia 3 de novembro.

- Todas as fotos enviadas serão avaliadas por um responsável da Tulipa Baby e por mim, e a escolhida como vencedora receberá o grande prêmio.

- O prêmio será entregue para o vencedor, que deve ter endereço de entrega no Brasil, diretamente pela empresa Tulipa Baby.

- As fotos devem ser de autoria do participante e não devem conter imagens que denigram a criança (como nudez por exemplo).

- Cada participante poderá enviar quantas fotos desejar.

- O grande vencedor do concurso será revelado na sexta feira dia 8 de novembro.

- Qualquer situação não prevista será analisada e decidida em conjunto por mim e por um responsável da empresa Tulipa Baby.

E no dia da revelação do vencedor farei um mosaico bem especial com todas as fotos recebidas para o concurso. Então bora lá separar as fotos e concorrer a esse tapete, tenho certeza que ficará perfeito aí na sua casa! ;)

*Este post foi patrocinado pela empresa Tulipa Baby.

Uma história em 36 poses

Depois que aceitei o desafio da Potencial Gestante e resolvi fazer um álbum caprichado de nossa família em 36 poses me empolguei de tal maneira que poderia sair por aí organizando álbuns de família dos vizinhos. Procurar, separar e escolher fotos para essa brincadeira rendeu bastante aqui em casa, como já falei para vocês Bernardo adora acompanhar minhas nostálgicas visitas as pastas do computador lotadas de fotos, mas dessa vez fomos mais longe, até as fotos minhas e do Paulo de crianças, e ver a montagem do andamento de nossa vida encheu a casa de histórias e momentos gostosos!

Uma das tarefas era fotografar os pais crianças para comparar com os filhos, e chegamos a um curioso impasse. Natália é nitidamente a minha cara quando bebê, não tem o que negar, ao mesmo tempo que é o Bernardo versão feminina. E Bernardo por sua vez é parecidíssimo com Paulo mais novo. O.o

Aproveitei e fiz todas as fotos no estilo polaroid, uma coisa que eu queria faz tempo, e esse ar retrô deixou as fotos ainda mais bonitas de pegar na mão para olhar.

Depois tive que fazer um álbum customizado. Sabe né, a gente fica inventado moda e depois tem que ficar procurando alternativas para elas. Difícil (e caro) encontrar álbuns especiais para polaroid.

E o desafio final era a família reunida vendo o álbum.

Essa poderia ser a foto chamada expectativa, a que se chama realidade é um bebê tentando comer as páginas, um filho mais velho olhando de cabeça para baixo, um pai fazendo careta, uma mãe tentando equilibrar o número de filho entre o número de braços, gritos, risadas, etc… Mas curiosamente todo mundo posou para a foto assim, com cara de compenetrados, sérios e… e… sei lá o que… essa cara aí:

Nós amamos a ideia! E nosso álbum ficou realmente um livro de histórias!

BLW Introdução alimentar para bebês

Depois de seis meses do mais puro e exclusivo leite materno depositado em duas coxas shar pei e cheios dos mais infinitos laços de amor e carinho, chegou enfim (mais rápido do que eu desejaria) a hora da introdução alimentar!

Como ter um filho mais velho é ter referência para qualquer experiência (sóquenão) eu esperava que de cara a menina adorasse comer e devorasse colheradas e colheradas da mais melequenta papinha. Mas assim como na amamentação, que ela demorou uns dias para pegar gosto, a comida também teve um tempo de adaptação.

De minha parte tive que ajustar os horários. Como ela mamava em livre demanda, nunca tinha fome o suficiente na hora das refeições. Então comecei a observar coisas do tipo – não dar o peito após às 9 horas, para ela poder almoçar às 11. E fomos nos ajustando.

Para piorar, quando ela teve reação com a vacina de seis meses e tinha ânsia de vômito só de olhar para a seringa do remédio, nós tivemos a brilhante ideia de dar remédio com a colher. Claro que a menina associou colher a coisa ruim, e por uns dias foi ainda pior as investidas alimentares.

Foi então que comecei a oferecer pedaços de fruta para ela experimentar. Sempre pedaços grandes e com supervisão. E foi dessa forma que ela começou a sentir vontade conhecer os sabores. A sujeira é grande, a paciência também tem que ser. Mas é uma forma gostosa de iniciar essa nova fase, e pode servir de dica se você também tiver com um bebê que não gosta muito de comer.

Agora já estamos em uma fase em que ela vê alguém comendo e já começa a lamber os lábios, as vezes rola até um estalidos pedindo comida. Coisa linda de viver.

Bernardo só foi pegar alguma coisa para comer sozinho com sei lá, 3 anos? Brincadeira. Mas sem dúvida não foi tão cedo quanto a irmã. Segundo filho, né gente. Outro departamento. Mas para comprovar minha dica e para guardar para sempre essa fase, fiz um vídeo com os melhores momentos e sensações que sabores novos podem trazer:

Pensa em um gengivão lustroso! hahaha

*Depois que preparei esse post descobri que dar alimentos sólidos para um bebê é uma técnica conhecida e muito legal chamada BLW - baby-led weaning. Existe um mundo todo falando disso e indicando por seus benefícios. Eu fico no meio termo, pois deixo ela descobrir a comida ao mesmo tempo que ofereço alimentos com a colher.

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Calcinha para bebê passo a passo

Mas uma vez nas minhas aventuras na máquina de costura cheguei a um resultado de fofura master! Faz dias que quero costurar umas calcinhas tapa fralda para meu bebê, não só porque elas são lindas, mas também porque são frescas para esse verão que se aproxima!

Para fazer a calcinha comprei 30 cm de cambraia, que é ultra fresco e muito macio, e o melhor custa menos de R$ 10,00 o metro. (Nem vou falar que esses dias fui em uma loja e vi uma calcinha de bebê por R$ 50,00! Cinquenta reais minha gente. Para um bebê que vai usar por o que, dois meses).




Achei esse molde em um blog lindo, chamado Dana made it e para fazer download é só clicar aqui. O molde é bem completo e serve para fazer calcinhas de RN a 2 anos.

Depois de impresso e recortado no tamanho desejado (o meu ficou de 6 a 9 meses) é só colocar sobre o tecido e recortar. Lembre-se de dobrar o tecido antes de alfinetar o molde, para quando abrir ter a parte inteira da frente ou traseira.

Depois costurei as laterais e a parte de baixo:

Costurei a parte que receberá o elástico, em cima e nas perninhas:

E aqui prontinho, já com os elásticos e acabada. Fica a coisa mais delícia desse mundo. Essa é a base, depois você pode colocar o quanto de frufru desejar! Mas com um tecido estampado como esse a simplicidade dá um resultado muito legal também:

E agora a minha delícia desfilando as dobras da perna! Combinando com uma batinha branca o look fica fresco, delicado, charmoso, confortável e com carinha de bebê!

E para dar um charme a mais costurei uma faixa no estilo turbante. Se isso é possível, ficou ainda mais linda essa minha filha!

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www.escoladecosturar.com.br

Desafio: fazer um álbum de fotografia.

Se eu pudesse dar um único conselho em relação ao enxoval de um bebê seria: -Comprem uma máquina fotográfica. As roupas se perdem, o carrinho não precisa ser o último lançamento do mercado, você vai descobrir que aquecedor de lenço umedecido e farmacinha personalizada são supérfluos… mas as fotos minha amiga, essas são tesouros preciosos que poderão ficar para sempre como momentos de amor congelados.

Mesmo amando fotografia e sonhando com uma máquina para chamar de minha foi somente quando Bernardo fez 8 meses que eu finalmente pude comprar a máquina que queria (antes disso tinha ganho uma de presente de meu então namorado Paulo, mas durou poucos meses). E nesse tempo perdi tantos momentos do crescimento de meu bebê, como gravidez, amamentação, primeiras gracinhas, primeira papinha, que vocês nem podem imaginar como sinto por isso.

Depois disso foi só alegria, e centenas mais centenas de fotos lindas foram tiradas e montadas em álbuns magníficos e nostálgicos. (Mentira, estão todas no computador, HD externo, computador do marido e afins). Fazer o quê. Se não existisse essas compras coletivas de revelação super baratas eu pelo menos teria uma desculpa, mas não tenho.

Então me deparo com um desafio super legal em um blog que adoro. Potencial Gestante se comprometeu a revelar 36 poses da história de sua família e nos convidou a fazer o mesmo. Além do desafio ser super bacana, vergonha bateu na cara. E aqui estou eu para também me comprometer a fazer um álbum de fotos reveladas com a história da Happymboca family, mas conhecida como nós mesmos.

Conheçam a proposta:

36 poses, 36 dias.

antigamente a gente comprava um filme para a máquina e era aquilo ali que a gente tinha. às vezes o filme ficava na máquina e a gente ia tirando uma foto hoje, outra mês que vem e, tempos depois, quando o filme era revelado, era quase uma caixinha de surpresa encontrar fotos de momentos tão diferentes.
como eram poucas poses (comparado com hoje em dia, que a gente tira 30 fotos pra ficar só com uma), escolhíamos momentos especiais e era isso aí.

os filmes costumam ter 12, 24 ou 36 poses. por isso, que tal fazer um álbum que conta a história da sua família em apenas 36 fotos?
o álbum deve ter 36 fotos contendo os seguintes momentos:

  • quando o casal se conheceu
  • casamento ou alguma cerimônia de união, se tiver
  • lua de mel ou alguma viagem especial (ou os dois)
  • da primeira casa
  • foto de quem já se foi (algum parente querido)
  • bicho de estimação, se tiver
  • da gravidez
  • do nascimento
  • dos primeiros momentos do bebê (troca de fralda, banho, papinha, engatinhando, andando, etc)
  • se já tiver filho maior, das primeiras conquistas (andar de bicicleta, troca de dentes, primeiro dia na escola…)
  • foto do pai e da mãe pequenos e algum momento especial da infância deles, para comparar.

36 dias é porque a gente sabe que, com família e filhos, às vezes não sobra tempo para fazer isso, então o ideal é se propor a selecionar pelo menos uma foto por dia.
para não deixar para depois, decidi começar o desafio logo. então hoje é o dia 1. o dia 36, quando apresentarei o álbum a vocês será daqui a 5 semanas.
quem topar entrar no desafio conosco, deverá postar esse desafio no seu blog também, contando uma história especial sobre sua relação com a fotografia e convidando seus leitores a participarem também.
se você topou o desafio 36 poses, 36 dias no seu blog, não deixe de divulgar aqui nos comentários.
lembrando que todas as fotos devem ser impressas. não vale um álbum virtual, hein?
depois, quem quiser, pode tirar fotos da família vendo o álbum de família e compartilhar com a gente.
quem topa?

Só um aviso: Já passaram exatamente 28 dias que o desafio foi lançado, isso significa que se você também entrar na brincadeira terá que correr atrás do prejuízo. E no dia 18/10 os álbuns impressos deverão estar prontinhos.

Eu topei, e você?

Revista olheiras – e como saber se você é uma boa mãe!

Esse post foi escrito por mim e publicado originalmente no site Minha mãe que disse.

Se você já descobriu através da revista Capricho se sabia beijar ou se sua Best Friend Forever era confiável, e alguns anos mais tarde respondeu questionários da revista Nova para saber se o bofe era um cafajeste ou se você sabia como lidar com a luz acesa na hora H, chegou o momento de fazer esse teste definitivo da revista Olheiras e, enfim, descobrir se você é uma boa mãe.

Seu filho foi:

A – Adoção

B – Escapuliu

C – Inseminação

D – Planejado

 

Seu parto foi:

A – Natural no mato

B – Natural em casa

C – Cesárea

D – Normal no hospital

 

Sua amamentação foi:

A – Até os seis meses

B – Até os dois anos

C – Até os treze anos

D – Não amamentou

 

O que você fez com as partes do parto como placenta, coto umbilical…

A – Comeu junto com o marido

B – Enterrou

C – Guardou na gaveta de memórias

D – Jogou no lixo

 

A primeira papinha do seu bebê foi:

A – De trufas negras da frança

B – De brócolis, beterraba e chicória

C – De batata, xuxu e feijão de corda que você mesma plantou, regou e colheu

D – Não lembra

 

Você se considera uma:

A – Mãe tigre

B – Mãe panda

C – Mãe cobra

D – Mãe sapo (de boa na lagoa)

 

Você é adepta ao programa:

A – Culpa, não

B – Culpa, sim

C – Culpa para todos

D – Desculpa mas eu vou chorar

 

Seu filho ouve:

A – As mais tocadas da FM

B – Galinha pintadinha

C – Músicas clássicas

D – Raul Seixas

E agora chegou a hora da verdade! Respostas A valem 5 pontos, B 4 pontos, C 6 pontos e D 3 pontos. Some sua numeração e descubra agora se você é uma boa mãe!

Se você fez entre 0 a 100 pontos:

Você é uma boa mãe. Tão boa quanto eu e quanto a sua vizinha. Tão boa quanto sua própria mãe. Tão boa quanto a mãe que não tem as mesmas ideias que você.

Simplesmente porque você, eu e todas que estamos nessa labuta vamos errar. E vamos acertar. E vamos nos arrepender. E vamos ter saudades.

Simplesmente porque não importa se seu filho leu com 5 meses de idade e o meu só com 6 anos. Os dois vão ter amigos, os dois vão se apaixonar, os dois vão quebrar a cara, vão chorar, vão procurar nosso ombro, ou não. Os dois vão batalhar, os dois vão gargalhar loucamente exatamente naquele momento que tem que ficar bem sério.

Os dois vão ter certeza que sabem mais do que a gente. Os dois vão nos magoar sem querer. Os dois vão sair de perto de nossos atentos olhares e vai doer em nossos corações.

Você pode dar abobrinha e eu batata frita, mas quando nós duas deitamos na cama o nosso pensamento é igualzinho. Nós duas rezamos para proteção do nosso filho, rezamos para que ele faça boas escolhas, conheça gente de bem, que nunca se machuque, nem nunca machuque ninguém.

Você pode levar no parque e eu no play do shopping, mas nós duas sonhamos que um abraço cure todas as feridas, nós duas sonhamos com um futuro lindo, nós duas ficamos com o coração apertado quando ele tem febre.

Você pode comprar roupas fora do Brasil e eu no lojão, mas nós duas queremos que ele fique protegido do frio, da fome e da violência.

Por isso é muito injusto comparar nós como mães. Sinceramente é muito injusto decidir se você é melhor do que eu. Porque nós somos exatamente iguais.

Imagem via Mural de jogo de Thaylulu

Ideia para presente de dia dos professores

Esse ano tive uma ideia bem legal para presente de dia dos professores. A meses que ela está prontinha em minha cachola esperando chegar a data querida. As datas comerciais não precisam necessariamente ser vilãs na educação de nossos filhos. Uma forma de contornar o consumismo desenfreado é fazer as coisas em casa, com ajuda das crianças. Isso além de um momento familiar valioso pode ser uma ferramenta de educação muito prática.

Valores – Sempre que fazemos algo com as próprias mãos para alguém, explico para Bernardo o quanto o carinho e atenção depositados por nós deixa aquele bem valioso. Pode ser um pedaço de bolo quentinho que a gente manda para a vizinha, não importa, o que vale é o processo todo que envolve o trabalho.

Economia doméstica – Fazer os presentes juntos, principalmente quando são vários, pode deixar o resultado final tranquilo para o orçamento familiar.

Sustentabilidade – Normalmente a confecção de presentes caseiros envolve reciclagem ou reutilização de materiais que poderiam ser descartados. Para nossas geleias por exemplo, utilizamos potes usados de papinha que foram presente de uma amiga que queria se desfazer.

Memória olfativa – Gente, vocês já fizeram geleia em casa? O cheiro que toma conta da cozinha, da sala, do universo… é a uma coisa deliciosa. Cheiro de lar, de aconchego, de bem estar. Cheiro que sem dúvida fará parte das memórias de infância de meus filhos!

A receita da geleia é muito simples e fácil de fazer. Basta escolher uma fruta da época, o que também é sinônimo de economia, nós escolhemos o morango que é lindo e adorável.

A receita encontrei no blog da Fausta, e é a seguinte:

5 caixinhas de morango

2 xícaras de açúcar demerara

suco de meio limão.

Leve ao fogo alto até ferver, depois baixe o fogo e deixe apurar por cerca de meia hora. Mesmo que ela fique um pouco aguada não faz mal, depois de fria ela costuma engrossar um pouquinho. O vidros de armazenamento devem passar por uma fervura para esterilizar, assim como as frutas devem passar por um processo de limpeza caprichado. Passe os morangos pelo liquidificador para obter uma geleia bem cremosa ou deixe uns pedaços mais grossos, amassando com o garfo, para sentir a polpa da fruta na hora de degustar (eu acho muito mais gostoso!)

Agora vem todo o processo criativo. Comecei pintando as tampinhas dos vidrinhos de verde folha, depois fiz bolinhas brancas para fazer uma graça. A intenção era que o pote recheado com a tampinha verde representassem um morango. Adorei o resultado.

Pedi para Bernardo desenhar um moranguinho, depois fotografei. Com o desenho do menino fiz as tags. Isso ajuda a personalizar, deixando o presente ainda mais único! E como toque final usei tiras de palha, ficou um charme!

Diz a minha vó (e a internet), que se os potes estiverem bem esterilizados a geleia dura meses. Não posso garantir. Mas o que posso falar é que não acredito que ela durará tanto tempo para que alguém possa fazer o teste, pois ficaram deliciosas!

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