Por um dia a dia mais cheio de carinho

Sabe aquele dia que um pequeno gesto é capaz de mudar o humor da gente? Que algumas palavras ou até mesmo um sorriso muda as cores dos sentimentos? E que como pequenas ondas você recebe algo bom e passa para frente ainda mais intenso?

Vou propor um desafio: – Atire hoje uma pedra e forme as ondas do seu dia. Pode ser aí no trabalho ou em casa com o maridão. Talvez com aquela amiga que você não vê faz tempo, com os irmãos ou simplesmente com alguém desconhecido.

Tudo que vai volta, para a gente, para nossos filhos… E essa é uma forma de fazer o seu dia, o seu mundo, a sua vida ser muito melhor!

E como ideia para contribuir com o desafio preparei um stencil fofo para um bolo. Fácil de fazer, original e pode ser feito com frases ou desenhos cheios de amor. O meu bolo recheei com morango, creme e suspiro, mas até um bolo simples, sem recheio nenhum, mas com a mensagem certa fará um baita sucesso.

Comprei uma folha de acetato na papelaria, imprimi a mensagem que queria e recortei com um estilete.

Depois é só colocar o acetato vazado sobre o bolo e polvilhar açúcar de confeiteiro. Se for um bolo claro pode polvilhar chocolate em pó.

Amor, carinho e fofurice em forma de bolo:

Via: Papel e tudo

E como dizem por aí tenha faça um bom dia!

Infância e tecnologia – como lido aqui em casa!

Vocês bem sabem que apoio uma infância livre para ser feliz, que pé de criança para mim tem que ser esfregado com bucha no fim do dia, pois vive encardido de brincar de pé no chão. Que busco em cada aprendizado meu e de meus filhos uma forma de resgatar o real significado e valor das coisas. Que vivo de uma maneira mais “retrô”, matriarcal e principalmente com respeito as fases de desenvolvimento de cada filho, sempre procurando não atropelar as coisas.

Mas vocês também sabem que tecnologia faz parte do meu dia a dia, seja no blog e nas redes sociais, onde encontro pessoas em diferentes lugares do mundo com
os mesmos sentimentos e objetivos que eu, seja com minha máquina fotográfica que registra com carinho as nossas aventuras e até mesmo com o celular, que vive na minha bolsa e é uma forma prática de direcionar meu olhar e meu coração para as pequenas belezas e fofuras da vida.

Mas como conseguir equilibrar o moderno e o antigo, alcançando o real e o virtual simultaneamente? E principalmente, como permitir que as crianças adentrem nesse mundo sem ser passando horas em frente a tv, computador e tablets?

Aqui em casa o uso é monitorado, mas sempre apresentado.

Com Bernardo normalmente uso de forma a estimular sua visão criativa e olhar pessoal sobre os detalhes da vida. Adoro quando ele pede para filmar ou fotografar algo do seu interesse. Sempre fico impressionada com a sua visão da situação e normalmente ele aparece com algum detalhe que eu sequer havia percebido. Fora a narração que ele faz, é muito amor guardado em pequenos segundos de gravação. Vejo isso como algo muito positivo, tanto para mim que posso enxergar detalhes do mundo através da percepção do menino, quanto para ele que desenvolve um olhar criativo e crítico a sua volta. E isso com pequenas coisas, como formigas atravessando a calçada por exemplo.

E com Natália uso sempre que ela berra sem parar quando estamos no trânsito. Quem, como eu, foi agraciada com um bebê que berra muito ao andar na cadeirinha, sabe direitinho do que estou falando. Uma criança calma no carro pode salvar vidas… Só quem já viu uma mãe praticando direção show-de-música-e-dança-para-bebês entende o quanto um filho berrando pode tirar a atenção de uma motorista. E normalmente ela se acalma imediatamente com um vídeo animado. (Isso não é uma forma de estimular, mas é única forma de uso com meu bebê, e dentro de uma balança de prós e contras, vejo esse uso como positivo).

Não vejo a tecnologia como uma vilã da infância, mas sim como uma forma a mais de mostrar o mundo aos filhos. Cabe aos pais procurar formas de fazer isso da melhor forma possível e principalmente servir de exemplo no dia a dia.

Uma hora eles terão acesso, nem que seja escondido (caso real, de uma colega de trabalho que descobriu que a filha de 11 anos, proibida de todas as maneiras de usar a internet, frequentava com as amiguinhas da mesma idade uma lan house).

Nenhum aparelho eletrônico é alguma coisa sozinho, todos precisam de um operador para funcionar, seja para as porcarias que existem por aí ou para ganhar o mundo. Então não dá mais para tentar negar isso para as crianças, precisamos como pais também estar preparados para guiar nossos filhos por esse caminho.

Naked cake – carinho em camadas

Com toda essa onda de resgate da simplicidade e busca por valores reais das coisas, cada dia mais famílias procuram fazer em casa festinhas de aniversário com gostinho de retrô e cheirinho de boas lembranças.

Que é tudo muito lindo e delicado ninguém pode negar, mas que é uma trabalheira sem fim também não. É trabalho antes, durante e depois. A gente tem a tendência em super acumular tarefas e por fim termina o dia com vontade de no próximo ano jogar tudo para o alto e não fazer nem bolo (depois a gente esquece tudo e já começa a pensar no próximo tema).

Mas nem tudo está perdido, em cada experiência a gente sai um pouco mais madura e escolada e assim ano após ano as coisas saem mais lindas e organizadas.

Se tem uma coisa que aprendi nesses seis anos de vida do Bernardo foi delegar algumas coisas, sem perder o charme e sem perder o significado que se busca.
Por exemplo, a vizinha faz um gelado maravilhoso? Pede para ela trazer.

A avó faz aquele pavê que chega a ter tradição na sua família? Pois já está encomendado.

A amiga faz um salgado como ninguém? Troque uns ingredientes pela delícia prontinha.

Quer algo mais homemade do que gentileza entre pessoas que se gostam?

E nesse estilo mais colaborativo de ser, nesse final de semana, preparei um bolo delícia para uma festinha feita em casa. A pessoa tem que ter muita confiança na amiga para permitir que ela prepare o bolo principal da festa. Mas mesmo correndo o risco de entregar um bolo todo desbeiçado, e em um clima bem descontraído, preparei um Naked Cake para que todo mundo pudesse desejar muitos anos de vida para pequena Valentina. Ficou uma doçura, assim como toda festinha que Tati preparou com pequenos detalhes de amor.

E para quem quiser aprender, vai um pequeno passo a passo ilustrado, mais fácil impossível.

Fiz duas massas de bolo tipo pão de ló, separei cada uma em três partes e assim obtive 6 porções iguais. Cada porção pintei com um pouco de corante alimentício, sempre diminuindo a quantidade para mudar o tom da cor. Assei as massas (uma por uma, pois só tinha uma forma) desenformei e deixei esfriar:

Com uma faca cortei as laterais, para tirar a parte mais assada e revelar o tom de rosa:

Recheei com ganache de chocolate branco. Fiz um monte, com três barras, mas não precisa, pois vai bem pouco recheio. Basta usar uma barra de chocolate branco, meia caixinha de creme de leite, aquecer tudo junto no microondas e misturar até ficar homogêneo. Depois passar entre uma camada e outra:

Depois de tudo recheado coloquei um prato sobre todas as camadas e dei uma apertada carinhosa, isso é importante para que tudo fique bem assentado. E então com uma faca grande é só cortar as bordinhas deixando todas as partes bem retinhas.

E para um acabamento caprichado polvilhei açúcar de confeiteiro sobre a última camada.

Pode não ser um bolo assim, capa de revista do ramo. Mas tem carinho em cada camada, tem desejos de muita felicidade e saúde e me encheu de orgulho na hora dos parabéns!

40 coisas que AMO na maternidade

Amo os sorrisos fáceis

Amo os sorrisos fáceis e amo ser recebida por esses sorrisos. Amo a forma como as suas mãozinhas seguram minha mão. Amo ver vocês crescendo. Amo o olhar de gratidão ao oferecer o desejado mamá. Amo ensinar uma pequena coisa e ver o olhar deslumbrado frente ao novo. Amo ser aceita simplesmente pela beleza interior. Amo curar um machucado com um beijinho e quando vocês tentam fazer o mesmo para mim. Amo ser surpreendida por suas tiradas e pela rapidez que vocês aprendem. Amo vê-los dormir e quando acordam bem humorados. Amo segurá-los no colo e a forma como se aconchegam em mim.

Amo segurá-los no colo e a forma como se aconchegam em mim.

Amo quando alguém vê em vocês alguma semelhança comigo e até com seu pai, pois eu acho ele lindo. Amo dormir rezando por vocês e acordar agradecendo por tê-los ao meu lado. Amo fazer festinhas de aniversário. Amo cheirar seus pescoços. Amo quando vocês limpam o prato e quando gostam do que cozinhei. Amo quando vocês dormem a noite inteira. E amo quando alguém elogia a forma que eu os educo. Amo as pernocas de bebê cheias de dobras. Amo ter um pé de pão a disposição para morder todo dia.

Amo ter um pé de pão a disposição para morder todo dia.

E amo as pernas de menino cheias de roxo e arranhões. Amo quando fotografo uma expressão que gostaria de eternizar, pois elas duram muito pouco. Aliás, amo o quanto vocês são expressivos. Amo algumas mudanças que ocorreram em minha vida e amo a parte de mim que melhorou só para ser mãe. Amo os dias que tenho disposição e paciência sem fim. Amo a forma que minha sensibilidade tornou-se um termômetro. Amo conhecer seus amiguinhos. Amo ler para vocês e imaginar o que o futuro reserva para suas vidas. Amo os dias de sol. Amo os dias de chuva. E principalmente, mais do que poderia um dia sonhar, de uma forma que não se mede e de um jeito que nunca poderei descrever, AMO meus dois filhos.

Eu AMO meus dois filhos.

4 coisas que eu ODEIO na maternidade

Eu odeio o sentimento de impotência.

A impotência é para mim o mais frustrante sentimento da maternidade. Não poder proteger, nem diagnosticar e muito menos curar uma doença. Não proteger de grandes machucados, não poder tirar uma dor… Isso é sem dúvida o nível máximo de sentir-se inútil.

Eu odeio o medo que acompanha meu coração.

É medo do futuro, medo presente. Medo que se afogue, medo que não coma sem a minha presença. Medo que leve um choque, medo que caia de cabeça. Medo que seja raptado, medo que seja atropelado. Medo que outra pessoa não cuide tão bem, medo de superproteger. Tudo isso aliado a cara de coragem e apoio, pois sei que ir é necessário, e desejo do fundo do coração que eles vão seguros e felizes.

Eu odeio hipocrisia materna e me canso das mães pseudo perfeitas.

Partindo do princípio que antes de sermos mães somos pessoas, que erram, acertam, aprendem e amam muito, e que acima de tudo parimos uma pessoa, que vai errar, acertar e testar a gente até não poder mais, não me venha com um discurso ensaiado de que sua vida é um eterno rosa claro. Quer saber, até venha, pois isso realmente não me afeta, mas por favor, guarde seu veneno sobre as outras mães da face da terra para você, pois ouvir uma mãe julgando outra sem o mínimo de noção, me dá vontade de chorar.

Eu odeio a culpa sem fim.

Porque ela está ali, sempre presente. Ela está ali dizendo que posso ser melhor, que não fiz tudo que podia. Ela está ali até quando eu fiz tudo que podia. Ela está ali quando existe comparações. E está ali em dias que me sinto muito cansada e estou de saco cheio do mundo. Ela está ali quando a minha calça jeans ainda não voltou a servir e me acabo em um balde de brigadeiro. Ela está ali quando simplesmente não sei o que fazer e me sinto a pior das maẽs. Enfim… a culpa.

Porque a maternidade é assim, as coisas que são boas são MUITO boas, emocionam e enchem o coração, a casa, o mundo de alegria e amor. Mas as coisas que são ruins são MUITO ruins e dão vontade de fugir para uma ilha deserta.

Bengala doce para árvore de natal – DIY

Estamos por aqui entrando no clima natalino. Nossa árvore não segue o estilo maravilhoso de capa de revista, ela segue o estilo maravilhoso de contar a história de nossa família. Assim, ano após ano, desde o primeiro natal pós casamento, nós construímos os pequenos detalhes dessa história.,

Todo ano, como vocês devem imaginar, minha cabeça vibra feliz com todas as novidades preparadas com as próprias mãos, e esse ano mais ainda, com o primeiro natal de Natália, que deliciosamente quase sai voando de animação quando liga-se o pisca pisca.

Eu amo o clima natalino. Amo o calor do verão e toda a sua neve falsa. Amo deixar a casa alegre e brilhante. E principalmente amo todos os detalhes que vem de acompanhamento.

Minha árvore não tinha nenhuma bengala doce, e tive a ideia de fazer uma simples e delicada preparada com papel. Ficou uma graça na árvore e trouxe para vocês o passo a passo para inspiração.

Para fazer não precisa de grandes habilidades artesanais, basta juntar dois pedaços de cartolina, um branco e um vermelho. Cortar tiras do branco e colar sobre o vermelho formando listras:

Fazer um molde da bengala e desenhar na parte de trás da cartolina vermelha. Vale lembrar que é preciso dar uma leve inclinada no molde, para formar uma bengala bem real.

Eu fiz lacinhos para dar um chame a mais. Sem segredo nenhum, fiz um laço maior vermelho, um menor verde, e depois costurei com uma bolinha dourada que encontrei em uma loja de armarinho.

Lembre-se de entreter a(o) ajudante de palco! :)

E tcharam! Charme, delicadeza e mais um toque pessoal na árvore querida.

Em breve fotos da arvore completa!

Espelho com formato de kombi antiga – DIY

Hoje, depois de alguns meses de haver participado aqui na semana do dia dos pais e após ter me comprometido (e não ter cumprido…) em publicar um post a cada quinze dias (desculpe aí, querida editora), volto a fazer uma publicação e espero que de agora em diante eu consiga organizar melhor meu tempo para participar mais deste espaço que tanto admiro.

A ideia envolve trabalho manual, qualidade de tempo com o Bernardo, desenvolvimento de algumas habilidades, terapia ocupacional (pôr um freio no trabalho diário e fazer algo totalmente alheio ao ofício é impagável), sujeira e o principal, a cara de felicidade do filho no resultado final.

Então, ao trabalho. Para fazer esta peça você vai precisar dos seguintes itens:

  • Lápis
  • Régua
  • Cola para madeira
  • Tesoura
  • Lixa para madeira 220
  • Tintas para artesanato (verde claro, branco, preto e laranja)
  • Pincéis
  • Papelão bismark 1mm
  • MDF 15mm
  • Pedaço de espelho
  • Serra tico-tico
  • Fita dupla-face 3M (daquelas usadas por eletricistas)
  • Um ganchinho para pendurar

  1. Desenhe sobre o MDF o formato da Kombi. Não se preocupe em fazer com dimensões exatas, a ideia é que seja algo estilizado mesmo;
  2. Recorte o MDF conforme o desenho utilizando a serra tico-tico;
  3. Desenhe no pedaço de MDF os detalhes que darão as características da Kombi. Caso tenha dificuldade em desenhar, imprima no tamanho que deseja e utilize papel carbono (isso ainda existe) para transferir. E não esqueça de incluir o seu filho(a) no processo;
  4. Logo após, usando o papelão bismark, recorte partes da Kombi que irão criar um alto relevo no desenho e deixar o resultado muito mais legal. Na parte do para-brisa, que é onde colocaremos o espelho, deixe um espaço vazado;
  5. Antes de colar, posicione os recortes nos locais e verifique a necessidade de ajustes;
  6. Em seguida cole os recortes nos locais certos utilizando cola para madeira. Cola branca também serve, mas a cola para madeira terá uma aderência muito maior;
  7. Utilizando uma lixa fina (220) para madeira, lixe as bordas dando o acabamento ao trabalho retirando as rebarbas e possíveis falhas entre o MDF e o papelão bismark antes de pintar. Tenha cautela ao lixar o papelão, pois ele é muito frágil e pode se rasgar facilmente;
  8. Depois disso começa o trabalho de pintura. O Bernardo eu escolhi a cor verde, mas você pode optar entre as diferentes cores características de uma Kombi antiga;
  9. Após ter colado e pintado leve o seu trabalho até um vidraceiro e peça um espelho no tamanho exato do para-brisas da sua Kombi;
  10. Antes de colar o espelho (para evitar acidentes) prenda o ganchinho na parte de trás  da Kombi e que servirá para pendurá-la na parede;
  11. Cole o espelho no local e depois faça um friso para dar um acabamento mais bonito no para-brisas, depois pinte-o nas cores escolhidas;
  12. Por fim, pinte o que achar legal na placa da Kombi e está pronto! Agora é só divertir-se ao lado do filho!

 

Muito prazer, eu sou uma mãe real

Eu já elogiei na hora errada. Já acreditei em teoria furada. Já chorei escondida no banheiro. Já errei. Já acertei em cheio. Já disse que nunca faria e fiz. Já me arrependi de ter feito algo. Já me arrependi de não ter feito algo. Já abracei mais forte do que consegui. Já perdi a paciência por cansaço. Já voltei atrás em uma decisão. Já deixei comer chocolate só para ver a bagunça. Já dormi antes do meu filho. Já conheço as particularidades de cada filho. Já comparei. Já fingi não ter visto uma arte. Já fiz promessa repentina. Já contemplei eles dormindo sem acreditar que eram meus. Já me escondi para dar risada antes de dar bronca. Já fiz uma festa de aniversário linda com as próprias mãos. Já senti culpa mesmo sabendo que a culpa não era minha. Já comi comida babada. Já deixei dormir sem escovar os dentes. Já fingi que estava dormindo para o marido. Já falei dos meus filhos até cansar o ouvinte. Já deixei tomar banho de chuva. Já mordi sem querer. Já imaginei meus netos. Já fiz chantagem. Já descobri que não existe amor maior. Já subornei. Já entendi errado. Já li sua mente. Já menti. Já me peguei sem fazer a mínima ideia do que fazer. Já super protegi. Já negligenciei. Já sonhei ser perfeita. Já caí do cavalinho.

Muito prazer, eu sou uma mãe real.

Um ano de Maria Clara

Tenho tanto orgulho quando minhas amigas me chamam para eternizar algum detalhe da vida de seus filhos. Ainda mais quando é assim, um bebê que acompanho desde as duas listrinhas rosas do positivo.

Maria Clara não poderia ter um nome diferente (ela avisou em sonhos para sua mãe o nome que queria ter) pois só olhando para seus olhos já é possível ver de onde veio a ordem. Eles são iluminados!

Caroline e eu dividimos boa parte da gravidez, muita teoria furada, muito papo profundo, muita risada gostosa e muitas tardes de trabalho. Sinto falta desse tempo. Além de Paulo e eu sermos padrinhos de seu casamento com Youssef (sim, nossa história é bem antiga e envolve vídeos de casamento levemente constrangedores… haha) Quer mais intimidade que isso?

E agora pequena Maria Clara está aqui, prestes a completar um ano e mais linda e gostosa do que um dia sua mãe e pai puderam imaginar! (Vocês não deveriam parar por aqui, fazem filhos juntos como ninguém!)

Parabéns pequena Maria Clara, que você seja sempre tão feliz quanto hoje, que você continue tão iluminada quanto essa luz que vejo em seus olhos e que a saúde sempre seja sua grande companheira nessa vida. Você pode nem imaginar, mas ainda seremos boas amigas!

E passeando no parque da Malwee, um lugar lindo aqui em Jaraguá do Sul e escolhido para nossa sessão especial, fomos presenteados com esse esquilo com aquele rabão dos sonhos. Quem resiste a um bichinho tão fofinho?

Resultado do concurso cultural “O bom da infância”

Gente, começo esse post falando do quanto fiquei surpresa e emocionada com o resultado do concurso. Foram tantas mensagens de carinho, tantas fotos lindas, tanta energia da parte de vocês, que nem sei como agradecer direito.

Tive a oportunidade de conhecer o lado daí do blog, os leitores. Conheci filhos de pessoas que já tenho um grande carinho e apreço. Que vivem dando um curtir aqui, um comentário ali, e sempre me motivam nessa caminhada virtual. Só um comentário: Vocês fazem filhos lindos!

Foram participações do Brasil inteiro, 402 participações no total. Cada uma que chegava era cuidada com carinho. E assim fui me apegando a todas…

E na hora de decidir gente, não me senti capaz. Eu simplesmente não poderia escolher uma só, muito menos ser imparcial na escolha.

Não é um mero concurso, tudo que acontece por aqui envolve sentimento e é recíproco, e por isso mesmo que a decisão da grande vencedora não foi minha. Quem escolheu a foto finalista foi a equipe da Tulipa Baby.

Sem delongas apresento para vocês o criativo e sortudo (porque foram muitos e muitos criativos) que vai poder aproveitar o super tapete interativo:

Parabéns Valeria Henrique! Vocês foram os escolhidos pela nossa comissão julgadora!

E essa é a nossa linda galeria final dos participantes, como combinado no post de anúncio do concurso e só para vocês terem uma ideia da dificuldade que o pessoal da Tulipa Baby teve:

Galeria removida.

E para quem quiser conferir, o tapete está com um preço bem camarada na loja virtual da Tulipa Baby!

Essa galeria ficará exposta por tempo determinado.

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